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Sr. Business Analyst
- Localização
- Brasil · fusos compatíveis: UTC-5, UTC-4, UTC-3, UTC-2
- Modalidade
- Remoto
- Países elegíveis
- BR
- Salário
- Não informado
- Publicada na fonte em
- 03/09/2026
- Candidaturas até
- 02/11/2026
- Contrato
- Tempo integral
Sobre a oportunidade
Responsável por transformar dados em inteligência de negócio acionável, respondendo perguntas que hoje a área ainda não responde. A pessoa nesta posição trabalha de forma independente em análises complexas, traduz achados em recomendações concretas e influencia decisões de negócio.
RESPONSABILIDADES
Estruturar e conduzir análises ad hoc de alta complexidade, respondendo perguntas de negócio que demandam cruzamento de múltiplas fontes de dados.
Traduzir resultados analíticos em recomendações claras e acionáveis para stakeholders de diferentes áreas e níveis hierárquicos.
Construir e manter modelos analíticos em SQL e planilhas avançadas que suportem decisões recorrentes da área.
Identificar proativamente oportunidades de melhoria de processos ou eficiência com base em dados — sem esperar ser demandado.
Colaborar com squads de produto, operações e finanças para garantir que análises reflitam o contexto real do negócio.
Documentar metodologias e garantir reprodutibilidade das análises, construindo memória analítica para a área.
Contribuir para a definição do roadmap analítico da área, propondo prioridades com base no impacto esperado.
Requirements
SQL avançado — escreve queries complexas (CTEs, window functions, joins em múltiplas tabelas) de forma autônoma, sem apoio de engenharia. Excel / Google Sheets avançado — domina modelos dinâmicos, tabelas dinâmicas e automações; não usa a planilha como banco de dados.
Experiência prévia em fintech, pagamentos, crédito, seguros ou serviços financeiros regulados.
Capacidade comprovada de conduzir análises end-to-end — da pergunta de negócio à recomendação — sem precisar ser guiado em cada etapa.
Experiência com ferramentas de BI (Metabase, Looker, Power BI ou similar) é um diferencial, não um gate.
Inglês ou espanhol para leitura técnica e comunicação com times regionais é bem-vindo.
COMPETÊNCIAS
Autonomia analítica: define o escopo da análise, escolhe a abordagem e entrega sem precisar de supervisão passo a passo.
Pensamento estruturado: decompõe problemas complexos em partes manejáveis e apresenta raciocínio de forma clara. Influência sem autoridade: convence stakeholders com dados e narrativa — não com hierarquia. Viés para ação: entrega insights com recomendações concretas; não para na observação.
Curiosidade de negócio: entende o contexto do produto e da operação, não apenas os números.
Comunicação executiva: adapta nível de detalhe técnico ao público — consegue apresentar para C-level e para engenharia.
Originally posted on Himalayas
Fonte: Himalayas. Consultada em 20/10/2026.